Squads em poucos dias
Para equipes pequenas e tecnologias recorrentes, conseguimos montar e validar profissionais em poucos dias — sem depender dos ciclos longos de contratação interna.
SQUADS DEDICADOS
Montamos times exclusivos com profissionais avaliados tecnicamente para ampliar sua capacidade de desenvolvimento, CMS, QA, conteúdo, mobile, produto ou sustentação.
Selecionamos, validamos e alocamos profissionais exclusivos para sua operação — combinando disponibilidade interna, avaliação técnica real, contratação centralizada e acompanhamento de performance.
Um squad dedicado reduz o esforço de montar time porque combinamos disponibilidade interna, recrutamento direcionado, avaliação técnica real, contratação centralizada e acompanhamento de performance.
Na prática, estruturamos uma equipe de desenvolvimento dedicada: um squad de desenvolvimento ou time de tecnologia sob demanda, com profissionais de tecnologia alocados e relação centralizada conosco.
Para equipes pequenas e tecnologias recorrentes, conseguimos montar e validar profissionais em poucos dias — sem depender dos ciclos longos de contratação interna.
Candidatos são avaliados por profissionais técnicos, com testes e entrevistas conduzidos por quem entende o contexto do projeto.
Os profissionais atuam na sua operação sob nossa estrutura contratual, com gestão centralizada e processo auditável para reduzir burocracia e mitigar riscos trabalhistas.
Acompanhamos performance, substituímos perfis quando necessário e atuamos para mitigar impactos causados por falhas dos profissionais alocados por nós.
O modelo também conversa com squads sob demanda, outsourcing de desenvolvimento, staff augmentation e squad alocado — sempre com responsabilidade proporcional ao nível de governança contratado.
DEMANDA
Projetos ganham prioridade, o backlog aumenta e novas especialidades se tornam necessárias. Enquanto isso, processos internos de contratação podem levar semanas ou meses — e o prazo continua correndo.
Um squad dedicado adiciona capacidade à operação pelo período necessário, sem transformar uma necessidade de projeto em uma estrutura permanente.
Capacidade adicional para períodos em que o volume de projetos, páginas, campanhas ou entregas supera a disponibilidade do time interno.
Profissionais dedicados para avançar frentes que continuam perdendo prioridade diante das demandas da operação.
Times para construção de produtos, desenvolvimento de plataformas, aplicativos, migrações de CMS e iniciativas com prazo definido.
Especialistas selecionados conforme a stack, o nível de senioridade e o contexto técnico do projeto.
Mais capacidade para avançar o produto sem interromper as atividades já assumidas pelo time interno.
Composição rápida de uma nova frente técnica quando a operação precisa recuperar ritmo ou reduzir dependência.
COMPOSIÇÃO
Não trabalhamos com uma composição única. Definimos os perfis a partir dos objetivos, da stack, da estrutura existente e do nível de autonomia necessário.
Os squads normalmente começam com três profissionais e podem combinar diferentes especialidades.
Front-end, back-end, full stack, mobile, game development e especialistas em diferentes linguagens e frameworks.
QA funcional, QA técnico, testes regressivos, validação visual e automação quando prevista na composição.
Tech leads, arquitetos e profissionais capazes de orientar decisões, padrões e evolução técnica.
UX, UI, product design e outros perfis necessários para definição ou refinamento da experiência.
Especialistas em CMS, content managers, analistas de SEO e profissionais para operações de conteúdo em escala.
DevOps, cloud, dados, integrações, inteligência artificial e outros perfis definidos conforme o contexto do projeto.
O squad é exclusivo para a operação contratante e pode ser estruturado para um projeto, uma migração, um ciclo de evolução ou uma necessidade contínua.
MODELOS DE GESTÃO
Na maior parte dos projetos, nossos profissionais entram em uma estrutura que já possui gestão, backlog e rituais definidos. Quando o cliente também precisa de liderança e governança, podemos ampliar o modelo.
Selecionamos, validamos e alocamos os profissionais. O cliente conduz backlog, prioridades, estimativas, rituais, decisões técnicas e aprovação das entregas.
Acompanhamos horas, disponibilidade e performance dos perfis, além de atuar em substituições ou ajustes de composição quando necessário.
Além dos profissionais técnicos, podemos assumir uma camada acordada de liderança, planejamento, acompanhamento, gestão de riscos e coordenação das entregas.
O nível de responsabilidade é definido de acordo com o escopo, os critérios de aceite, as dependências e a autonomia concedida ao nosso time.
Para assumir compromisso sobre uma entrega, precisamos participar da estimativa, definir os critérios de aceite e ter governança sobre as variáveis que afetam o projeto.
No modelo integrado à gestão do cliente, respondemos pela disponibilidade, qualidade e performance dos profissionais que fornecemos. No modelo gerenciado, nossa responsabilidade pode abranger planejamento e entregáveis, conforme o escopo acordado.
SELEÇÃO TÉCNICA
Uma contratação errada não custa apenas tempo de RH. Ela compromete onboarding, produtividade, qualidade e prazo do projeto.
Por isso, nosso processo não é conduzido apenas por recrutadores generalistas. A seleção combina recrutamento ágil com avaliação feita por profissionais que entendem tecnologia, stack e contexto de projeto.
Antes de buscar nomes, entendemos a função do perfil dentro do time, a stack, a senioridade, as responsabilidades e os pontos que aumentariam o risco de uma contratação errada.
Quando o profissional não está disponível em nosso time, recrutamos especificamente para a necessidade do projeto, evitando triagem genérica e desalinhada.
Os candidatos passam por entrevistas e testes técnicos desenhados e avaliados por nossos tech leads.
Também avaliamos comunicação, autonomia, adaptação a times remotos e capacidade de trabalhar dentro dos processos do cliente.
Os perfis validados são apresentados para avaliação e aprovação antes do início da alocação, mantendo decisão e aderência sob visibilidade do cliente.
O objetivo não é apenas preencher posições. É reduzir o risco de colocar no projeto alguém que não esteja preparado para o nível de responsabilidade esperado.
PROCESSO
Do diagnóstico ao onboarding, estruturamos a frente para que o time comece com clareza de papéis, ferramentas, dedicação e acompanhamento.
Entendemos o projeto, os objetivos, a stack, a composição atual, o nível de senioridade e o período estimado de alocação.
Definimos perfis, responsabilidades, dedicação, modelo de gestão e critérios de seleção.
Verificamos disponibilidade interna ou iniciamos uma busca direcionada, com entrevistas e avaliação técnica conduzidas por especialistas.
O cliente conhece os perfis, avalia aderência e participa da decisão final sobre a composição.
Organizamos contratos, acessos, ferramentas, comunicação, processos e integração com o restante da operação.
O squad começa a atuar com dedicação exclusiva, registro de horas e acompanhamento da performance dos profissionais.
Quando já temos perfis internos aderentes, a alocação pode começar em poucos dias. Quando a composição exige busca específica, o prazo varia conforme quantidade, senioridade, stack e disponibilidade dos profissionais.
ACOMPANHAMENTO
Continuamos acompanhando a relação depois do onboarding. O objetivo é identificar desvios cedo, ajustar a composição e reduzir o impacto de problemas sobre a operação.
Acompanhamos dedicação e horas trabalhadas conforme o modelo contratado, mantendo visibilidade sobre disponibilidade real da equipe.
Mantemos um canal para receber avaliações sobre integração, produtividade, postura e qualidade técnica, identificando desvios antes que virem problema maior.
Quando um perfil não se adapta ou deixa de atender à necessidade da operação, conduzimos substituição assistida respeitando critérios e prazos definidos em contrato.
O squad pode receber novos perfis, incorporar QA ou liderança técnica e se adaptar às diferentes fases do projeto.
Quando um problema de performance atribuível a um profissional fornecido por nós gera impacto relevante, atuamos na correção, substituição e mitigação. Conforme o caso e as condições contratuais, isso pode incluir apoio técnico adicional.
Métricas de entrega, produtividade, qualidade e risco também podem ser incorporadas quando o cliente disponibiliza os dados necessários e esse acompanhamento faz parte do modelo contratado.
CONTEXTOS
A composição muda conforme o projeto. Nossos squads podem atuar em diferentes contextos técnicos e operacionais.
Desenvolvimento e evolução de sites, plataformas, aplicações e produtos digitais.
Implementação, migração, evolução e produção contínua em WordPress, Drupal, AEM, Sitecore e outros ambientes.
Criação e manutenção recorrente de páginas, componentes, campanhas e ativos para grandes ecossistemas digitais.
Times para migrações de CMS, atualização de plataformas, reconstrução de interfaces e evolução de arquiteturas.
Squads ou perfis dedicados para QA, testes, homologação e proteção de fluxos críticos.
Content managers, analistas de SEO e outros perfis para governança, publicação e otimização de conteúdo.
Projetos com inteligência artificial, integrações, cloud, DevOps, game development e outras necessidades específicas.
WHITE LABEL
Para agências, produtoras digitais e software houses, os squads podem atuar integralmente em modelo white label.
Quando existe contato com o cliente final, os profissionais seguem a apresentação, os fluxos e os rituais definidos pelo contratante, atuando como extensão do time dele — sem expor nossa marca.
Isso permite ampliar capacidade sem alterar a relação comercial, a condução estratégica ou a percepção de valor construída com o cliente final.
Conheça nossa atuação white labelEVOLUÇÃO
Projetos mudam. Novas fases pedem novas especialidades, enquanto outras deixam de ser necessárias.
O formato funciona melhor em ciclos de três meses ou mais, permitindo onboarding, integração e geração de produtividade consistente. A duração e as regras de ajuste são definidas em contrato.
RESPONSABILIDADE
Em um squad integrado à gestão do cliente, o que está sendo contratado é a capacidade mensal de profissionais selecionados e dedicados à operação.
Quando o squad atua integrado à gestão do cliente, respondemos pela seleção, disponibilidade, acompanhamento e performance dos profissionais alocados. Backlog, prioridades, estimativas, decisões do projeto e aprovação das entregas seguem sob condução da operação contratante.
Quando participamos da estimativa, definimos critérios de aceite e assumimos a governança da frente, o modelo pode evoluir para um squad gerenciado, com maior responsabilidade sobre planejamento, acompanhamento e entregas.
Quando existe um resultado definido, escopo claro, prazo e começo e fim.
Quando a operação precisa de capacidade contínua e já consegue conduzir os profissionais.
Quando o cliente precisa do time e também de liderança, planejamento e governança.
EXPERIÊNCIA
Ao longo da nossa trajetória, apoiamos agências, produtoras digitais, software houses e times internos em projetos de desenvolvimento, migrações de CMS, produção contínua, conteúdo, QA e sustentação.
Desenhamos a composição, selecionamos os profissionais e montamos um time exclusivo para atuar dentro da sua operação — pelo período e com o nível de gestão que o projeto exige.
FAQ
É um time exclusivo, composto por profissionais selecionados conforme a necessidade do projeto. Os integrantes trabalham com dedicação integral para a operação contratante durante o período acordado.
Normalmente, consideramos squad uma composição a partir de três profissionais. Quando a necessidade envolve apenas um perfil, o modelo de especialista alocado tende a ser mais adequado.
Existem dois modelos. No mais comum, o cliente gerencia backlog, prioridades, rituais e decisões, enquanto fornecemos e acompanhamos os profissionais. Também podemos oferecer um squad gerenciado, incorporando liderança, planejamento e governança conforme o escopo.
O prazo para iniciar um squad depende da composição necessária. Quando já temos perfis internos aderentes, a alocação pode começar em poucos dias. Quando a demanda exige busca específica, conduzimos recrutamento e validação técnica direcionada, com prazo variável conforme stack, senioridade e quantidade de profissionais.
Entendemos a necessidade técnica, buscamos os perfis e realizamos entrevistas e testes avaliados por nossos tech leads. O cliente participa da aprovação final antes do onboarding.
O valor é mensal por profissional, considerando a capacidade disponível do perfil no período. O custo varia conforme função, senioridade, stack, duração e modelo de gestão.
O formato funciona melhor em ciclos de pelo menos três meses. O período pode ser definido conforme a duração do projeto ou a necessidade da operação.
Sim. O time pode crescer, reduzir, substituir perfis ou incorporar novas especialidades, respeitando condições contratuais e prazos de aviso.
Avaliamos o contexto, conduzimos feedbacks e definimos um plano de correção. Quando necessário, substituímos o profissional e atuamos para mitigar impactos atribuíveis à alocação.
No squad gerenciado pelo cliente, respondemos pela disponibilidade e performance dos profissionais contratados, mas a gestão do projeto e o resultado final permanecem sob responsabilidade do cliente. Para assumir responsabilidade mais ampla sobre a entrega, precisamos participar da estimativa, da governança e das decisões por meio de um squad gerenciado ou projeto de escopo fechado.
Sim. Os profissionais podem atuar como extensão da agência ou empresa, seguindo sua identidade, seus processos e sua comunicação perante o cliente final.
Sim. É comum que um squad criado para construção ou migração continue em uma composição menor para manutenção e evolução depois da publicação.